sábado, 28 de março de 2009

VAMOS LER A BÍBLIA.

A PARÁBOLA DO FILHO PRÓDIGO.
“Um homem tinha dois filhos. O mais moço disse a seu pai: Meu pai, dá-me a parte da herança que me toca. O pai então repartiu entre eles os haveres. Pouco dias depois, ajuntando tudo o que lhe pertencia, partiu o filho mais moço para um país muito distante, e lá dissipou sua fortuna, vivendo dissolutamente.
Depois de ter esbanjado tudo, sobreveio àquela região uma grande fome e ele começou a passar penúria. Foi pôr-se ao serviço de um dos habitantes daquela região, que o mandou para os seus campos para cuidar dos porcos. Desejava ele fartar-se das vagens que os porcos comiam, mas ninguém lhas dava. Entrou então em si e refletiu: Quantos empregados há na casa do meu pai que têm pão em abundância... E eu, aqui estou a morrer de fome! Levantar-me-ei e irei a meu pai, e dir-lhe-ei: Meu pai, pequei contra o céu e contra ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. Trata-me como a um dos teus empregados. Levantou-se, pois, e foi ter com seu pai. Estava ainda longe, quando o seu pai o viu e, movido de compaixão, correu-lhe ao encontro, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou.
O filho disse, então: Meu pai, pequei contra o céu e contra ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. Mas o pai falou aos servos: Trazei-me depressa a melhor veste e vesti-la, e pondo-lhe um anel no dedo e calçado aos pés. Trazei também um novilho gordo e matai-o; comamos e façamos uma festa. Este meu filho estava morto, e reviveu; tinha se perdido, e foi achado. E começaram a festa”.
O filho mais velho estava no campo. Ao voltar e aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças. Chamou um servo e perguntou-lhe o que havia. Ele lhe explicou: Voltou teu irmão. E teu pai mandou matar um novilho gordo, porque o reencontrou são e salvo. Encolerizou-se ele e não queria entrar, mas seu pai saiu e insistiu com ele. Ele, então, respondeu ao pai: Há tantos anos que te sirvo, sem jamais transgredir ordem alguma tua, e nunca me deste um cabrito para festejar com os meus amigos. E agora, que voltou este teu filho, que gastou os teus bens com as meretrizes, logo lhe mataste um novilho gordo!
Explicou-lhe o pai: Filho, tu estás sempre comigo, e tudo que é meu é teu. Convinha, porém, fazermos festa, pois este TEU IRMÃO estava morto, e reviveu; tinha se perdido, e foi achado.” (Lucas 15:11-32)
No Evangelho de Lucas, Jesus fala para à multidão em parábolas. Nesta parábola o pai é um homem rico, dotado de grande coração, cheio de amor, generoso e franco para com seus filhos, a imagem de Deus. Os dois filhos representam as escolhas, os caminhos. Neste texto, podemos descobrir e mergulhar ainda mais na profundidade infinita do Amor e do perdão de Deus. Sempre disponível para receber com alegria e perdão o filho que se redime verdadeiramente dos seus pacados e decide voltar para o pai. Agora pensemos, com o coração humilde e sincero na infinita bondade e miserecórdia Divina! "Tem misericordia de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas transgressões, segundo a multidão das tuas misericórdias." (Salmo 51:1)

SONDA-ME. ERIKA E PE. MARCELO

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sexta-feira, 20 de março de 2009

ORAÇÃO DE UMA CRIANÇA

RELATO DE UMA MISSIONÁRIA.
O texto abaixo conta um episodio ocorrido com uma missionária americana que atuava em pleno coração africano. Diz; “Certa noite eu estava fazendo de tudo para ajudar uma mãe em trabalho de parto. Apesar do esforço, ela não resistiu, e nos deixou com um bebê prematuro e uma filha de dois anos em prantos.
Era muito complicado manter o bebê vivo sem uma incubadora (não tínhamos eletricidade para ativar uma incubadora). Também não tínhamos recursos adequados de alimentação. Mesmo morando na linha do equador, as noites eram, não raro, frias com aragens traiçoeiras. Uma das aprendizes de parteira foi buscar a caixa que reservávamos a tais bebês e os panos de algodão para envolvê-los. Uma outra foi alimentar o fogo para aquecer uma chaleira de água para a bolsa de água quente.
Sem demora retornou desconsolada pois a bolsa havia rompido. Borracha estraga fácil em clima tropical. -"Era nossa última bolsa", disse-me. Assim como no ocidente se diz que "não adianta chorar sobre o leite derramado", na África central dizia eu; - "não adianta chorar sobre bolsas estragadas". Elas não crescem em árvores, e não existem farmácias no meio das florestas...
"Muito bem", disse eu, "coloquem o bebê em segurança tão próximo quanto possível do fogo e durmam entre a porta e o bebê para protegê-la das lufadas de vento frio. “Mantenham o bebê aquecido.”
Na tarde seguinte, fui orar com as órfãs que eventualmente quisessem reunir-se comigo. Fiz uma série de sugestões que pudessem despertá-las a orar e, também, contei-lhes sobre o bebê. Expliquei nossa dificuldade em manter o bebê aquecido em função da única bolsa de água quente que havia estourado. E que o bebê poderia morrer se pegasse frio. Mencionei a irmãzinha de dois anos que não parava de chorar a perda e ausência da mãe.
Durante as orações, uma das meninas de dez anos, com aquela clarividência estonteante das nossas crianças africanas, orou: -"Por favor, Deus, manda-nos uma bolsa de água quente! Amanhã talvez já vai ser tarde, Deus, porque o bebê pode não agüentar... Por isso, manda a bolsa ainda hoje." Enquanto eu ainda procurava recuperar o ar diante de tamanha audácia, num corolário, acrescentou: -"E já que estás cuidando disso, por favor, Deus, manda junto uma boneca para a maninha dela, para que saiba que também a amas de verdade!" Como acontece muito com crianças, me colocaram em apuros.
Poderia eu, honestamente, dizer "Amém" ? Eu simplesmente não podia acreditar que Deus poderia fazê-lo. A Bíblia diz isso. Mas há limites. Ou não? O único jeito de Deus atender tal pedido seria por encomenda à minha terra natal, via correio. Eu estava então na África, por quatro anos. E jamais havia recebido uma encomenda postal de casa. De qualquer forma, se alguém mandasse algo, poria nela uma bolsa de água quente? Eu morava na linha do equador.
À tarde, durante uma aula da escola de enfermagem, veio um recado dizendo que um carro estacionara no portão de minha casa.
Ao chegar em casa, o carro havia partido, mas deixara um pacote de 11 kg na varanda. Meus olhos lacrimejaram. Não consegui abrir o pacote sozinho, solicitei que algumas crianças do orfanato me ajudassem. Tudo foi feito com muito cuidado para que nada fosse danificado. Os corações batiam forte. Trinta a quarenta olhos acompanhavam arregaladamente cada ação.
A camada de cima era composta de roupas coloridas e cintilantes. Os olhinhos das crianças brilhavam à medida em que as distribuía. Depois vieram as ataduras para os leprosos, caixinhas de passas de uva e farinha, que dariam gostosos bolos para o fim de semana. Quando pus as mãos de novo na caixa, pasmem,... "Uma bolsa de água quente, novinha em folha" eu gritei!
Eu não havia feito nenhuma encomenda neste sentido. Rute, que estava no banco da frente, saltou e começou a gritar: -"Se Deus mandou a bolsa, Ele também mandou a boneca!" Enfiando as mãos na caixa, se pôs à procura da boneca. E lá estava ela, maravilhosamente vestida! Rute nunca duvidara.
Olhando para mim, perguntou: -"Posso ir junto levar a boneca para aquela menina, para que ela saiba que Jesus também a ama muito?"
Esse pacote estivera a caminho por cinco meses. Foi uma iniciativa da minha ex-professora de escola bíblica, cuja líder atendeu à voz do Senhor de enviar uma bolsa de água quente. E uma das meninas da turma decidiu mandar junto uma boneca cinco meses antes, em resposta a uma oração de outra menina de 10 anos que acreditou fielmente que Deus atenderia a sua oração, ainda naquela tarde.” Este relato nos mostra o que Deus pode realizar quando entoamos com fé uma oração.

sábado, 14 de março de 2009

APRENDENDO COM OS CAMELOS

POR QUE OS CAMELOS SÃO ASSIM?
A mãe camelo e seu filho estavam descansando, à toa, quando de repente o filho cheio de curiosidades perguntou: - Mãe, mãe, me responda umas coisas?
- Claro! O que está incomodando o meu filhote?
- Mãe por que os camelos têm corcovas?
- Bem, meu filhinho, nós somos animais do deserto, precisamos das corcovas para reservar água, por isso somos conhecidos como animais que sobrevivem sem água.
- Certo, e por que nossas pernas são longas e nossas patas arredondadas?
- Filho, certamente elas são assim para permitir caminhar melhor no deserto. Observe que com essas pernas e patas nós podemos nos movimentar melhor pelo deserto, tendo assim mais facilidade do que qualquer um outro animal! Disse a mãe, toda orgulhosa.
- Perfeito! Então, por que nossos cílios são tão longos? De vez em quando eles até atrapalham nossa visão.
- Meu filho! Estes cílios tão longos e grossos são como uma capa protetora para os nossos olhos. Eles ajudam na proteção dos olhos quando atingidos pela areia e pelo vento do deserto! - Respondeu a mãe toda orgulhosa e feliz.
- Entendi tudo! Temos a corcova para armazenar água enquanto cruzamos o deserto, as pernas longas e patas arredondadas para caminhar bem através do deserto, os cílios longos para proteger nossos olhos da areia do deserto, então o que é que estamos fazendo aqui no Zoológico?
Conclusão: "Habilidade, conhecimento, capacidade e experiências, só são úteis se você estiver utilizando no lugar certo!"
Baseado na lição dos camelos do zoológico em seu dialogo, convido-o para uma reflexão; Onde você está agora? Está você usando todas as suas habilidades, todo o seu potencial?
Reveja, analise e transforme-se. Não permita que as dificuldades aparentes e/ou contrárias lhe impeçam de realizar todo o seu potencial para vencer. Por que a nossa história é sempre feita por escolhas e atitudes. Quem sabe aonde quer chagar, escolhe o caminho e o jeito de caminhar. É dever de cada um de nós perguntarmos a nós mesmos: Temos nos tornado naquilo que somos capazes? Temos nos expandido ao máximo? Temos feito o melhor que podemos? Temos finalmente usado nossos dons, talentos e habilidades até o limite máximo? Não espere que alguém desafie você! Avance por si mesmo, perceba o gigante capaz e hábil que existe dentro de você. Desperte! Acorde!

segunda-feira, 9 de março de 2009

ORAÇÃO DE UM SOLDADO DESCONHECIDO

ESCRITA POR UM SOLDADO ANTES DE UM COMBATE NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL.
“Escuta Deus: Jamais falei contigo.
Hoje quero saudar-te: Bom dia! Como vais?Sabes? Disseram-me que tu não existes, e eu tolo, acreditei que era verdade, nunca havia reparado a tua obra.
Ontem à noite, da trincheira rasgada por granadas...Vi teu céu estrelado.
E compreendi então que me enganaram.
Não sei se apertarás a minha mão, vou te explicar e hás de compreender.
É engraçado! Neste inferno hediondo achei a luz para enxergar o teu rosto.
Dito isto, já não tenho muita coisa a te contar...
Só que... que... tenho muito prazer em conhecer-te.
Faremos um ataque à meia-noite. Não sinto medo.
Deus, sei que tu velas...
Ah! É o clarim! Bom Deus devo ir embora.
Gostei de ti... Vou ter saudades...
Quero dizer: Será cruenta a luta, bem o sabes,
e esta noite pode ser que eu vá bater-te à porta!
Muito amigo não fomos... É verdade.
Mas... sim, estou chorando! Vê, Deus, penso que já não sou tão mau.
Bem, Deus, tenho de ir. Sorte é coisa bem rara.
Juro, porém: já não receio a morte!”
Oração que foi encontrado em pleno campo de batalha, durante a segunda Guerra, no bolso de um soldado americano desconhecido. Ele foi estraçalhado por uma granada e no pouco que lhe restou foi encontrado intacta uma folha de papel com esta oração.


sábado, 7 de março de 2009

LIÇÃO DE HUMILDADE DO MAR

A GRANDEZA DO MAR.
"Você sabe por que o mar é tão grande?
Tão imenso?
Tão poderoso?
É porque teve a humildade de colocar-se alguns centímetros abaixo de todos os rios.
Sabendo receber, tornou-se grande.
Se quisesse ser o primeiro, centímetros acima de todos os rios, não seria mar, mas sim uma ilha.
Toda sua água iria para os outros e estaria isolado.
A perda faz parte. A queda faz parte. A morte faz parte.
É impossível vivermos satisfatoriamente.
Precisamos aprender a perder, a cair, a errar e a morrer.
Impossível ganhar sem saber perder.
Impossível andar sem saber cair.
Impossível acertar sem saber errar.
Impossível viver sem saber viver.
Se aprenderes a perder, a cair, a errar, ninguém mais o controlará.
Porque o máximo que poderá acontecer a você é cair, errar e perder.
E isto você já sabe." Paulo Roberto Gaefke

sexta-feira, 6 de março de 2009

quinta-feira, 5 de março de 2009

EU PEDI A DEUS

CONFIE PLENAMENTE EM DEUS.
Eu pedi força...
Deus me deu dificuldades para me fazer forte.
Eu pedi sabedoria...Deus me deu problemas para resolver.
Prosperidade eu pedi...Deus me deu cérebro e músculos para trabalhar.
Eu pedi coragem...Deus me deu perigos para superar.
Eu pedi amor...Deus me deu pessoas com problemas para ajudar.
Eu pedi favores...Deus me deu oportunidades.
Eu não recebi nada do que pedi...
Mas eu recebi tudo de que precisava.
Então por que desesperar ou se agitar frente aos problemas da vida?
Confie sempre em DEUS e permita que ele lhe ajude a cuidar de todas as coisas, tenha fé, acredite verdadeiramente que tudo será melhor. Quando você aprender a crer em DEUS, observe que tudo em sua volta se resolverá com tranqüilidade, portanto não se desespere nunca. Faça sua oração(preçe) com tranqüilidade e com toda força da alma, feche os olhos e converse calmamente com DEUS, não imponha situações ou resultados, nada de preocupação ou angustia, mantenha os pensamentos e sentimentos no bem e no amor, sempre voltados para uma grande vitória, deixe DEUS agir e atuar com liberdade e verás acontecer grandes milagres.